Coleccion de 100 Matrices de Letras Para Trabajar La Dislexia by Maria Manuela Duarte
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quarta-feira, 2 de outubro de 2013
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
Dislexia rima con excelencia
Luz Rello, mejor investigadora joven de Europa, elegida por el European Young Researchers Award (EYRA). Licenciada en Lingüística por la Universidad Complutense de Madrid, actualmente se encuentra realizando la tesis doctoral en la Universitat Pompeu Fabra, de Barcelona, en DysWebxia que versa sobre la accesibilidad en Internet para personas con dislexia.
La propia Luz Rello es disléxica y en el reportaje de 20 minutos cuenta sus dificultades con la lectura de pequeña. No obstante, y como prueba de que la dislexia no es una imposibilidad de alcanzar algo, en su página web encontramos, entre otras actividades, distintas a la científica, el ser autora de una obra de teatro estrenada en Madrid en 2005: Blancanieves y te sacarán los ojos; y el relato corto Hasta que la sangría nos separe, que podéis leer aquí: http://www.luzrello.com/Personal_files/luz_rello_sangria_story_mephisto_2010.pdf
Noticias como esta son las que nos dan ánimo y esperanza en este mundo de las dificultades de aprendizaje. La dislexia, lo hemos dicho en diferentes ocasiones, es una dificultad, no una imposibilidad y, además, rima con excelencia, la que ha conseguido esta joven investigadora. ¡Enhorabuena Luz!
in http://dislexianews.blogspot.pt/
quarta-feira, 10 de julho de 2013
sexta-feira, 28 de junho de 2013
quarta-feira, 26 de junho de 2013
Estratégias para alunos com Dislexia
href="http://ebookbrowse.com/dislexia-para-profesores-pdf-d421324311">DISLEXIA PARA PROFESORES pdfView more ebooks on ebookbrowse.com
segunda-feira, 24 de junho de 2013
5,4 % das crianças portuguesas têm dislexia
Estudo pioneiro foi realizado pela UTAD
2010-01-19
Por Carla Sofia Flores
Foram
avaliadas 1460 crianças do segundo ao quarto ano
de escolaridade
de escolaridade
O primeiro estudo sobre a prevalência da dislexia em
crianças portuguesas revelou que 5,4 por cento desta faixa etária apresentam
este distúrbio patológico de aprendizagem nas áreas da leitura, escrita ou
soletração.
Este estudo pioneiro foi realizado pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), sob a coordenação científica de Ana Paula Vale e será apresentado no próximo dia 21 de Janeiro, às 18h00, no auditório do Instituto da Juventude de Vila Real.
Este estudo pioneiro foi realizado pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), sob a coordenação científica de Ana Paula Vale e será apresentado no próximo dia 21 de Janeiro, às 18h00, no auditório do Instituto da Juventude de Vila Real.
Ana
Paula Vale, investigadora do Departamento de Educação e Psicologia da UTAD,
explicou ao Ciência Hoje que “era necessário ter informação sobre as crianças
portuguesas com dislexia e agora podemos afirmar com um grau de certeza
confortável que 5,4 por cento é um número que corresponde à realidade.” Trata-se de “uma percentagem equivalente a outras já conhecidas de
países com características semelhantes a Portugal”, acrescentou a docente.
A
investigadora destacou ainda a esperança de que este estudo traga informação
útil a vários níveis, referindo que “há questões que devem ser respondidas nas escolas e
não o são. Os professores devem ter noção desta realidade e de que numa turma
com 20 alunos, há probabilidade de um deles ser disléxico, pelo que têm de
saber lidar com isso”.
Por se tratar de um estudo pioneiro em Portugal, foram adoptados critérios muito específicos para classificar uma criança como tendo dislexia, de forma a não incluir erroneamente neste grupo aquelas que não têm esta patologia. “Em vez de usarmos apenas um ou dois critérios, utilizamos três ou quatro mais restritos”, exemplificou Ana Paula Vale.
Amostra socialmente representativa poderia aumentar valores de dislexia
Neste âmbito, de Maio a Julho de 2008, foram avaliadas 1460 crianças do segundo ao quarto ano de escolaridade, num conjunto de 81 turmas de 23 escolas localizadas nos concelhos de Vila Real e de Braga. Estas crianças foram assim testadas, em salas sossegadas, com rastreios de leitura, consciência fonológica e capacidades cognitivas gerais.
Os investigadores não recolheram informação suficiente para estabelecer percentagens relativas a cada tipo de ambiente sociocultural, ainda que saibam que foram abordados todos os estatutos sociais e que a maioria era oriunda de meios com estatuto sociocultural intermédio.
Contudo, tendo em conta que os grupos sociais mais desfavorecidos representam 49 por cento da população portuguesa e são associados a prevalências mais elevadas de défices na aprendizagem da leitura, os investigadores acreditam que numa amostra socialmente representativa as taxas apresentadas sofreriam um aumento.
Esta investigação foi financiada pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) e engloba-se num estudo mais amplo sobre dislexia realizado por uma equipa de investigadores coordenada por Ana Paula Vale.
Por se tratar de um estudo pioneiro em Portugal, foram adoptados critérios muito específicos para classificar uma criança como tendo dislexia, de forma a não incluir erroneamente neste grupo aquelas que não têm esta patologia. “Em vez de usarmos apenas um ou dois critérios, utilizamos três ou quatro mais restritos”, exemplificou Ana Paula Vale.
Amostra socialmente representativa poderia aumentar valores de dislexia
Neste âmbito, de Maio a Julho de 2008, foram avaliadas 1460 crianças do segundo ao quarto ano de escolaridade, num conjunto de 81 turmas de 23 escolas localizadas nos concelhos de Vila Real e de Braga. Estas crianças foram assim testadas, em salas sossegadas, com rastreios de leitura, consciência fonológica e capacidades cognitivas gerais.
Os investigadores não recolheram informação suficiente para estabelecer percentagens relativas a cada tipo de ambiente sociocultural, ainda que saibam que foram abordados todos os estatutos sociais e que a maioria era oriunda de meios com estatuto sociocultural intermédio.
Contudo, tendo em conta que os grupos sociais mais desfavorecidos representam 49 por cento da população portuguesa e são associados a prevalências mais elevadas de défices na aprendizagem da leitura, os investigadores acreditam que numa amostra socialmente representativa as taxas apresentadas sofreriam um aumento.
Esta investigação foi financiada pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) e engloba-se num estudo mais amplo sobre dislexia realizado por uma equipa de investigadores coordenada por Ana Paula Vale.
sexta-feira, 21 de junho de 2013
Pesquisadores de Yale desvendam
genética da dislexia
14 jun 2013
O estudo, publicado no American Journal of Human Genetics, analisou dados de mais de 10 mil crianças nascidas entre 1991 e 1992, que faziam parte do Estudo Longitudinal Avon de Pais e Filhos (ALSPAC) conduzido por pesquisadores da Universidade de Bristol, no Reino Unido.
A equipa usou os dados para desvendar os componentes genéticos da leitura e da linguagem verbal e identificou variantes genéticas que podem predispor as crianças à dislexia e outros problemas de linguagem.
A descoberta pode aumentar a probabilidade de diagnóstico precoce e intervenções mais eficazes.
Neste novo estudo, os cientistas analisaram de forma mais aprofundada o gene DCDC2 para identificar as partes específicas do gene responsável pela dislexia e distúrbio de linguagem e descobriram que algumas variantes do gene regulador READ1 (elemento regulador associado à dislexia1), dentro do gene DCDC2, estão associadas a problemas no desempenho de leitura, enquanto outras variantes estão fortemente ligadas a problemas no desempenho da linguagem verbal.
A descoberta pode vir a oferecer um painel de diagnóstico pré-sintomático, para que seja possível identificar as crianças em risco, antes de que surjam os primeiros problemas na escola.
A equipa usou os dados para desvendar os componentes genéticos da leitura e da linguagem verbal e identificou variantes genéticas que podem predispor as crianças à dislexia e outros problemas de linguagem.
A descoberta pode aumentar a probabilidade de diagnóstico precoce e intervenções mais eficazes.
Neste novo estudo, os cientistas analisaram de forma mais aprofundada o gene DCDC2 para identificar as partes específicas do gene responsável pela dislexia e distúrbio de linguagem e descobriram que algumas variantes do gene regulador READ1 (elemento regulador associado à dislexia1), dentro do gene DCDC2, estão associadas a problemas no desempenho de leitura, enquanto outras variantes estão fortemente ligadas a problemas no desempenho da linguagem verbal.
A descoberta pode vir a oferecer um painel de diagnóstico pré-sintomático, para que seja possível identificar as crianças em risco, antes de que surjam os primeiros problemas na escola.
terça-feira, 28 de maio de 2013
quinta-feira, 16 de maio de 2013
segunda-feira, 8 de abril de 2013
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